Boa Noite Leitores !!
Confiram a nossa entrevista com o residente:
1 - Qual foi o Objetivo de montar um terreiro de Umbanda Virtual?
R: Criamos esse Terreiro com o objetivo de divulgar a cultura afro no Second Life, além de cultuarmos nossos Orixás aqui, através de cantigas, histórias e compartilhamento de macumbas é claro!
2 - Esse terreiro existe na vida real?
R: Não, porém seus dirigentes e idealizadores estão envolvidos diretamente com centros de Umbanda e Candomblé na RL.
3 - Como acontece o /a ( culto , reunião , sessão ) dentro do second life?
R: Nossa casa ainda está em processo de aprimoramento e estamos abertos apenas para visitação, no entanto pretendemos fazer giras (sessões) nas quais possamos compartilhar conhecimentos sobre o santo, macumbas, lendas, fundamentos etc, além de louvarmos nossos orixás e guias, por que não?
4 - NA vida real voce é praticante desta religião ?
R: Na vida real sou filho de santo numa casa de Umbanda em São Paulo. Nela sou Pai-pequeno (cargo dado a quem substitui um Pai de Santo quando o mesmo se ausenta) há mais de 6 anos. Sendo que meus primeiros filhos de santo SL são filhos de santo em São Paulo e Sergipe na RL.
5 - Explique como Surgiu a ideia de montar um terreiro no Second Life?
R: O nosso Terreiro de Umbanda Virtual foi criado a partir de uma conversa entre amigos. Nesta conversa começamos a imaginar como seria um terreiro virtual, já que aqui existem igrejas, centros espíritas etc. Até que eu sugeri que fizéssemos um Ilê, isto é, uma casa de santo virtual. Desta forma demos origem a primeira Casa de Santo Virtual: o Ilê Axé de Babá d'Ogun.
URL http://slurl.com/secondlife/Mailaif/162/210/22






Deixando bem claro! que essa nao é a primeira casa de santo virtual. eu sou o primeiro fundador do primeiro barracao de candomblé no second life. "Ilé asé D'Oyá" como provas vivas e concretas tenho fotos. filhos de santos,videos e entrevistas em outros blogs. entaum deixando bem claro a todos que essa é a segunda casa de santo aberta no sl.
ResponderExcluirBy: Renanpqt Aldrin ( Renan D'Oyá)